Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

1 de mai de 2012

Projeto: Viver em Família - Responsabilidades do Matrimônio

RESPONSABILIDADES DO MATRIMÔNIO

       O matrimônio em linhas gerais é uma experiência de reequilíbrio das almas no orçamento familiar.
    Não poucas vezes os nubentes, mal preparados para o consórcio matrimonial, dele esperam tudo, guindados ao paraíso da fantasia, esquecidos de que esse é um sério compromisso, e todo compromisso exige responsabilidades recíprocas a benefício dos resultados que se deseja colimar.
     A “lua de mel” é imagem rica da Ilusão, porquanto, no período primeiro do matrimônio, nascem traumas e desajustes, Inquietações e receios, frustrações e revoltas, que despercebidos, quase a princípio, espocam mais tarde em surdas guerrilhas ou batalhas lamentáveis no lar, em que o ódio e o ciúme explodem, descontrolados, impondo soluções, sem dúvida, que sejam menos danosas do que as trágicas.
     É indispensável que para o êxito matrimonial sejam exercitadas singelas diretrizes de comportamento amoroso. Há alguns sinais de alarme que podem informar a situação de dificuldade antes de agravar a União conjugal:
Silêncios injustificáveis quando os esposos estão juntos;
Tédio inexplicável ante a presença do companheiro ou da companheira;
Ira disfarçada quando o homem ou a mulher emite uma opinião;
Saturação dos temas habituais, versados em casa, fugindo para intérminas leituras de jornais ou inacabáveis novelas de televisão;
Irritabilidade contumaz sempre que se avizinha do lar;
Desinteresse pelos problemas do outro;
Falta de intercâmbio de opiniões;
Atritos contínuos que ateiam fagulhas de instabilidade, capazes de provocar incêndios em forma de agressão desta ou daquela maneira...
E muitos outros mais.
     Antes que as dificuldades abram distâncias e os espinhos da incompreensão produzam feridas, justo que se assumam atitudes de lealdade, fazendo um exame das ocorrências e tomando-se providências para sanar os males em pauta.
     Assim, a honestidade lavrada na sensatez, que manda “abrir-se o coração” um para com o outro, consegue corrigir as deficiências e reorganizar o panorama afetivo.
        É natural que ocorram desacertos.
     A questão não é de uma “nova busca” mas de redescobrimento do que já possui.
       Antes da decisão precipitada, ceder cada um, no que lhe concerne, a benefício dos dois.
    Se o companheiro se desloca, lentamente, da família, refaça a esposa o lar, tentando nova fórmula de reconquista e tranqüilidade.
       Se a companheira se afasta, afetuosamente, pela irritação ou pelo ciúme, tolere o esposo, conferindo-lhe confiança e renovação de idéias.
     O cansaço, o cotidiano, a apatia são elementos constritivos da felicidade.
     Nesse sentido, o cultivo dos ideais nobilitantes consegue estreitar os laços do afeto e os objetivos superiores unem os corações, penetrando-os de tal forma, que os dois se fazem um, a serviço do bem. E em tal particular, o Espiritismo — a Doutrina do Amor e da Caridade por excelência — consegue renovar o entusiasmo das criaturas, já que desloca o indivíduo de si mesmo, ajuda-o na luta contra o egoísmo e concita-o à responsabilidade ante as leis da vida, impulsionando-o ao labor incessante em prol do próximo.  
       E esse próximo mais próximo dele é o esposo ou a esposa, junto a quem assumiu espontaneamente o dever de amar, respeitar e servir.

*SOS Família / Divaldo Franco pelo espírito de Joanna de Angelis






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