Emmanuel - Flávio Venturini e Milton Nascimento

22 de mar de 2012

Projeto: Viver em Família - O Preço da Felicidade Conjugal


O PREÇO DA FELICIDADE CONJUGAL

    Não existe uma fórmula única e por suposto infalível para a conquista da felicidade do matrimônio.
     Há porém, determinadas condições e certos preceitos, ditados pela prudência e pelo tirocínio de cônjuges.
     Um dos primeiros pontos a considerar é a idade ideal para esse passo.
    Não cabe aqui, qualquer fixação rigorista, já que os graus da maturidade variam de indivíduo para indivíduo, em qualquer fase da vida, em função das experiências adquiridas nesta encarnação e nas pregressas.
     Os casamentos malogrados, em maior porcentagem, são motivados por precipitação, isto é, por se terem realizado cedo demais.
    Como poderia um(a) adolescente acertar na escolha daquela(e) com quem deverá conviver, se ainda está se formando, física, mental e espiritualmente? Se o que conhece do amor, do sexo, da vida, enfim, é ainda quase nada? Se “ele” ainda não pode oferecer a indispensável segurança econômica, nem “ela” possui o mínimo de predicados de uma “dona de casa”, de modo a poderem enfrentar, com sucesso, as múltiplas e sacrificiais responsabilidades de um lar?
   Outro elemento importante, no relacionamento harmonioso do casal, é o seu grau de cultura e de educação.
   O desejável é que ambos tenham o mesmo nível cultural e tenham sido criados por padrões éticos semelhantes, pois isto facilitará grandemente a adaptação entre si.
  Quando o marido e mulher diferenciam profundamente sob este aspecto, é muito provável que, passada a “lua-de-mel”, em que tudo é deslumbramento e ilusão, venha a chocar-se com o gosto do outro, o que tornará insustentável uma vida em comum.
  Só mesmo um imenso e sincero amor recíproco poderá superar tais disparidades.
  A construção do exato papel de cada um na construção e manutenção do lar; o planejamento familiar, a afinidade espiritual; a filosofia de vida e a certeza de que se amam, apesar dos defeitos de cada um, a capacidade recíproca de divergir, sem discutir, e de argumentar, sem brigar, a boa disposição de ambos de acatar-se as opiniões e favorecer a solução de problemas de interesse comum, etc, são outro tantos fatores que contribuem para um matrimônio afortunado.
  Como se vê, a felicidade conjugal tem preço bastante alto que só poderá ser pago a longo prazo, enquanto dure o casamento, em moedas de humildade, compreensão, paciência, espírito de renúncia e grande dose de boa vontade no sentido da adaptação mútua.
  Mas compensa regiamente, tais as bênçãos e as satisfações que proporciona.

      *A vida em família / Rodolfo Calligaris



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